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Pinturas e Gravuras

OSIRARTE - ALFREDO VOLPI / MARIO ZANINI - Painel "Favela com personagens" pintura em baixo esmalte sobre azulejo composta de 20 azulejos . Med: 60 x 75 cm ass. inf. esq. "Osirarte Ex - Volpi - Zanini" (os azulejos encontram-se desmontados e acondicionados em 2 caixas -proveniente de coleção/espólio particular) ( 1 azulejo apresenta mínimo bicado na ponta) . A Osirarte é uma empresa de azulejaria criada em 1940 pelo artista ítalo-brasileiro Rossi Osir (1890 - 1959) com a finalidade de realizar os azulejos desenhados por Candido Portinari (1903 - 1962) para o revestimento do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, atual Palácio Gustavo Capanema. Mesmo antes do término do trabalho para o ministério em 1945, a empresa já executa outras encomendas, para arquitetos e outros artistas, além de manter uma produção de azulejos avulsos para decoração de residências particulares. Essas encomendas e a boa aceitação dos azulejos decorativos criados nas oficinas da Osirarte prolongam a existência da empresa até o final dos anos 1950. Rossi Osir desempenha o papel de diretor-geral, ao mesmo tempo em que trabalha no ateliê com desenho de padrões de azulejos.A técnica utilizada é a do baixo esmalte ou "biscoito": a pintura é feita sobre o azulejo não esmaltado. Após o desenho sobre a superfície porosa, que absorve a tinta com extrema rapidez e exige uma elevada exatidão do traço, os azulejos de 15 x 15 cm são armazenados e levados para o trabalho de esmaltagem e queima (no início, esse trabalho é realizado pelas Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo). Para dar conta das encomendas e ampliar o mercado, Rossi Osir conta com a colaboração de artistas também experientes no trabalho artesanal. Mario Zanini (1907 - 1971) é o primeiro a integrar a equipe do ateliê-oficina da Osirarte e logo é seguido pelo amigo Alfredo Volpi (1896 - 1988), que rapidamente se transforma numa espécie de "chefe" de ateliê, solucionando problemas plásticos e técnicos à medida que vão surgindo. Com eles trabalham ainda em diferentes momentos: Hilde Weber (1913 - 1994) de 1941 a 1950, Gerda Brentani (1908 - 1999) e Giuliana Giordi (ambas até 1943), Virginia Artigas (1915 - 1990) de 1940 a 1942, Cesar Lacanna (1901 - 1983) em 1945 e Frans Krajcberg (1921) em 1948. Eventualmente Ernesto de Fiori (1884 - 1945) e Ottone Zorlini (1891 - 1967) executam trabalhos para Osirarte.Além dos painéis do Ministério, Osirarte executa dois outros importantes trabalhos para Portinari: o revestimento em azulejos para a Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, em 1944, e o painel na fachada principal da Escola Municipal do Conjunto Habitacional do Pedregulho, no Rio de Janeiro, em 1951. Paralelamente, desenvolve pequenas composições decorativas ou padrões avulsos destinados a revestir fontes, lareiras, mesas, piscinas ou apenas decorar a casa de particulares, revivendo a importância que o azulejo tem na decoração da arquitetura lusitana. Para difundir as criações de sua oficina e aumentar sua clientela, são organizadas exposições com azulejos da Osirarte durante toda a década de 1940. Até 1942, as criações do ateliê-oficina são assinadas em conjunto. Por uma exigência do mercado norte-americano, no qual Rossi Osir decidira investir, a partir dessa data os azulejos passam a ser assinados por seis executores.A linha temática seguida por Osirarte é predominante de cunho nacional-popular, em que se observa o gosto pelo primitivo e pelas origens do povo brasileiro. Os azulejos trazem todo tipo de representações de manifestações populares, como festas do Divino, quermesses, congadas, procissões, rodas de viola, batizados, casamentos ou apenas simples cenas cotidianas das cidades interioranas como refeições ao ar livre, feiras, pipoqueiros, fotógrafo ambulante, pescadores, cenas de namoro, colheitas, vendedores ambulantes, crianças jogando na praça ou ainda a figura de santos. Ao que tudo indica, a escolha da temática deve-se a Rossi Osir e responde a uma questão também de mercado, principalmente internacional. Contudo, nota-se que vários desses artistas, em suas produções pictóricas particulares, também sentiam afinidades com esses temas e mantinha contato com pintores não eruditos como Heitor dos Prazeres (1898 - 1966), Emídio de Souza (1868 - ca.1949) e José Antônio da Silva (1909 - 1996). Por uma questão técnica, as cores utilizadas são restritas ao azul, verde-esmeralda, amarelo, todas as gamas de terras-de-siena, ocres, roxos, rosas e pretos, trabalhando-se muitas vezes com pigmentos.Na década de 1950, a empresa assume um caráter mais empresarial, passando a produzir inteiramente seus azulejos mediante aquisição de técnica e fornos especializados. A produção concentra-se na execução de encomendas, realizando azulejos para painéis idealizados por Burle Marx (1909 - 1994) - Instituto Oswaldo Cruz, em 1953 e Clube de Regatas Vasco da Gama, 1950 -, Poty (1924 - 1998) - Praça 19 de dezembro em Curitiba, 1953 -, entre outros. Com o afastamento de Rossi Osir e Volpi por volta de 1950, o ateliê continua funcionado com Zanini até 1958, fechando suas portas definitivamente em 1959 com a morte de seu fundador.

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OSIRARTE - ALFREDO VOLPI / MARIO ZANINI - Painel "Favela com personagens" pintura em baixo esmalte sobre azulejo composta de 20 azulejos . Med: 60 x 75 cm ass. inf. esq. "Osirarte Ex - Volpi - Zanini" (os azulejos encontram-se desmontados e acondicionados em 2 caixas -proveniente de coleção/espólio particular) ( 1 azulejo apresenta mínimo bicado na ponta) . A Osirarte é uma empresa de azulejaria criada em 1940 pelo artista ítalo-brasileiro Rossi Osir (1890 - 1959) com a finalidade de realizar os azulejos desenhados por Candido Portinari (1903 - 1962) para o revestimento do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, atual Palácio Gustavo Capanema. Mesmo antes do término do trabalho para o ministério em 1945, a empresa já executa outras encomendas, para arquitetos e outros artistas, além de manter uma produção de azulejos avulsos para decoração de residências particulares. Essas encomendas e a boa aceitação dos azulejos decorativos criados nas oficinas da Osirarte prolongam a existência da empresa até o final dos anos 1950. Rossi Osir desempenha o papel de diretor-geral, ao mesmo tempo em que trabalha no ateliê com desenho de padrões de azulejos.A técnica utilizada é a do baixo esmalte ou "biscoito": a pintura é feita sobre o azulejo não esmaltado. Após o desenho sobre a superfície porosa, que absorve a tinta com extrema rapidez e exige uma elevada exatidão do traço, os azulejos de 15 x 15 cm são armazenados e levados para o trabalho de esmaltagem e queima (no início, esse trabalho é realizado pelas Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo). Para dar conta das encomendas e ampliar o mercado, Rossi Osir conta com a colaboração de artistas também experientes no trabalho artesanal. Mario Zanini (1907 - 1971) é o primeiro a integrar a equipe do ateliê-oficina da Osirarte e logo é seguido pelo amigo Alfredo Volpi (1896 - 1988), que rapidamente se transforma numa espécie de "chefe" de ateliê, solucionando problemas plásticos e técnicos à medida que vão surgindo. Com eles trabalham ainda em diferentes momentos: Hilde Weber (1913 - 1994) de 1941 a 1950, Gerda Brentani (1908 - 1999) e Giuliana Giordi (ambas até 1943), Virginia Artigas (1915 - 1990) de 1940 a 1942, Cesar Lacanna (1901 - 1983) em 1945 e Frans Krajcberg (1921) em 1948. Eventualmente Ernesto de Fiori (1884 - 1945) e Ottone Zorlini (1891 - 1967) executam trabalhos para Osirarte.Além dos painéis do Ministério, Osirarte executa dois outros importantes trabalhos para Portinari: o revestimento em azulejos para a Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, em 1944, e o painel na fachada principal da Escola Municipal do Conjunto Habitacional do Pedregulho, no Rio de Janeiro, em 1951. Paralelamente, desenvolve pequenas composições decorativas ou padrões avulsos destinados a revestir fontes, lareiras, mesas, piscinas ou apenas decorar a casa de particulares, revivendo a importância que o azulejo tem na decoração da arquitetura lusitana. Para difundir as criações de sua oficina e aumentar sua clientela, são organizadas exposições com azulejos da Osirarte durante toda a década de 1940. Até 1942, as criações do ateliê-oficina são assinadas em conjunto. Por uma exigência do mercado norte-americano, no qual Rossi Osir decidira investir, a partir dessa data os azulejos passam a ser assinados por seis executores.A linha temática seguida por Osirarte é predominante de cunho nacional-popular, em que se observa o gosto pelo primitivo e pelas origens do povo brasileiro. Os azulejos trazem todo tipo de representações de manifestações populares, como festas do Divino, quermesses, congadas, procissões, rodas de viola, batizados, casamentos ou apenas simples cenas cotidianas das cidades interioranas como refeições ao ar livre, feiras, pipoqueiros, fotógrafo ambulante, pescadores, cenas de namoro, colheitas, vendedores ambulantes, crianças jogando na praça ou ainda a figura de santos. Ao que tudo indica, a escolha da temática deve-se a Rossi Osir e responde a uma questão também de mercado, principalmente internacional. Contudo, nota-se que vários desses artistas, em suas produções pictóricas particulares, também sentiam afinidades com esses temas e mantinha contato com pintores não eruditos como Heitor dos Prazeres (1898 - 1966), Emídio de Souza (1868 - ca.1949) e José Antônio da Silva (1909 - 1996). Por uma questão técnica, as cores utilizadas são restritas ao azul, verde-esmeralda, amarelo, todas as gamas de terras-de-siena, ocres, roxos, rosas e pretos, trabalhando-se muitas vezes com pigmentos.Na década de 1950, a empresa assume um caráter mais empresarial, passando a produzir inteiramente seus azulejos mediante aquisição de técnica e fornos especializados. A produção concentra-se na execução de encomendas, realizando azulejos para painéis idealizados por Burle Marx (1909 - 1994) - Instituto Oswaldo Cruz, em 1953 e Clube de Regatas Vasco da Gama, 1950 -, Poty (1924 - 1998) - Praça 19 de dezembro em Curitiba, 1953 -, entre outros. Com o afastamento de Rossi Osir e Volpi por volta de 1950, o ateliê continua funcionado com Zanini até 1958, fechando suas portas definitivamente em 1959 com a morte de seu fundador.

Informações

Lance

    • 86 lance(s)

    • R$ 30,000.00

  • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    A participação no leilão implica no entendimento e na aceitação das presentes Condições de Venda:1. As obras que compõem o leilão são propriedades de diversos comitentes, e foram cuidadosamente selecionadas por seus organizadores, após acurado exame quanto à qualidade e estado de conservação. Os Organizadores responsabilizam-se por sua autenticidade, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos proprietários comitentes. Se, no prazo de 60 (sessenta) dias que segue a venda de um lote qualquer, seu adjudicado - e ele exclusivamente - notificar por escrito os Organizadores de que o lote em apreço é um falso intencional, juntando dois laudos de pessoas reconhecidamente idôneas e competentes, que neguem a autenticidade da peça, e devolvendo-a no mesmo estado em que se achava no momento da adjudicação, a transação será anulada. Caso a falsidade intencional venha a ser efetivamente comprovada, o lote será readquirido pelo montante alcançado na ocasião da venda. Entenda-se como falso intencional uma imitação executada com a intenção e possibilidade de induzir a erro quanto a autoria, origem, data, época, período, cultura ou procedência, e que não é explicitamente declarada como tal no catálogo, atingindo em consequência preço que por certo não alcançaria se declarada sua condição de simples imitação ou pastiche. No entanto, ainda que o mencionado lote se enquadre na definição de falso intencional, o adjudicado nada poderá reclamar caso a descrição constante no catálogo, no momento da venda, estiver em conformidade com a opinião generalizada entre peritos e especialistas, ou se a falsidade intencional só puder vir e ser comprovada mediante a aplicação de métodos e testes científicos só postos em prática generalizada após a publicação do catálogo.2. Artistas estrangeiros Face à impossibilidade e/ou dificuldade de analisar obras de autores naturais residentes e ativos fora do Brasil, a despeito do leiloeiro se acercar de todos os cuidados possíveis a seu alcance, fica o julgamento da autenticidade dessas obras única e exclusivamente sob responsabilidade do arrematante que, caso julgue conveniente, pode indicar um expert de sua confiança para a análise da obra em questão. Uma vez arrematada a obra, o leiloeiro se exime de toda e qualquer responsabilidade, por todos e quaisquer julgamentos posteriores.3. Buscou-se redigir com precisão o catálogo de modo que a descrição, atribuição, origem, época, procedência e condições de conservação estejam corretas e dignas de fé. No entanto, tais indicações não são senão matéria de opinião, e como tal devem ser tomadas. Os Organizadores não podem ser responsabilizados por eventuais erros de descrição, ou tipográficos, ou pêlos defeitos que as obras postas em leilão possam exibir. Por isso recomenda-se veementemente aos interessados não somente a atenta leitura do catálogo, como, sobretudo, o criterioso exame das obras elas mesmas, ESPECIALMENTE EM SE TRATANDO DE PORCELANA, CUJO ESTADO DE CONSERVAÇÃO VARIA DE COLECIONADOR PARA COLECIONADOR, tanto mais que, após o arremate, não serão admitidas reclamações ou desistências, sendo as obras vendidas no estado em que se encontram, com seus defeitos, imperfeições e erros eventuais de descrição. Todas as obras estarão em exposição do dia 11/09 ao dia 14/09 das 14:00 às 20:00, à Rua Figueiredo Magalhães, 598 , loja 03, segundo pavimento, Rio de Janeiro, RJ, salvo quando mencionado que o item não participará da exposição por estar em imóvel particular. O leilão será realizado nos dias 16, 17, 18 de Setembro com início às 20:00 hrs e no dia 19 de Setembro com início às 19:00 h(somente online). O pregão estará a cargo da Leiloeira Oficial Thais Alexandre, JUCERJA n 178 e seguirá a ordem preestabelecida no catálogo, com acompanhamento simultâneo do pregão virtual no site da DR ARTES. (www.drartesleiloes.com.br) 5. A adjudicação dar-se-á pela oferta mais alta ao último licitante, seja no recinto ou no site. Caso venha a ocorrer litígio entre dois licitantes, a adjudicação, a critério do leiloeiro, poderá ser anulada e o lote contestado ser imediatamente recolocado à venda. O leiloeiro, como mandatário que é dos vendedores, e agindo em seu nome, reserva-se o direito de não aceitar lances, agrupar ou retirar lotes, sem nenhuma obrigação de esclarecer os motivos de suas decisões.6. Após cada leilão e sempre que entender necessário, o leiloeiro poderá fornecer os preços de adjudicação de qualquer lote e publicá-los, inclusive das obras não arrematadas.7. Para maior comodidade dos licitantes, o leiloeiro coloca à sua disposição credenciais numeradas, que serão devidamente preenchidas antes do leilão, ou quando da primeira adjudicação. Os licitantes serão a partir de então identificados pelo número de sua respectiva credencial, ao qual se reportará o leiloeiro com toda sua equipe, a cada nova adjudicação. 8. Se o licitante não dispuser da credencial numerada de que trata o item anterior, deverá assinar Compromisso de Compra, a cada adjudicação, indicando nome e endereço aos Organizadores. Em qualquer hipótese poderá ser-lhe exigido no ato o pagamento de 30% (trinta por cento) do montante do lance, bem como a comissão de 5% (cinco por cento) do leiloeiro. Arrematada a obra, não serão admitidas desistências. 9. Qualquer pessoa poderá participar do leilão mediante lances prévios que faça chegar às mãos dos Organizadores, que atuarão como seu mandatário até o montante estipulado, em total discrição. Se os autores de lances prévios forem pessoas desconhecidas dos Organizadores, estes poderão exigir-lhes garantias, tais como referências bancárias ou outras, inclusive em espécie, a seu critério.10. As obras arrematadas deverão ser pagas integralmente, nas 72 horas seguintes a data da adjudicação. Caso o pagamento não venha a se efetivar, os Organizadores poderão considerar desfeita a venda, nada podendo o arrematante reclamar, nem mesmo com referência a pagamentos efetuados, se os houver, de sinal ou de comissão do leiloeiro. Ou se lhes aprouver, o leiloeiro poderá considerar a compra efetivada e tratando-se de dívida líquida e certa, sacar contra o adjudicante duplicata com vencimento à vista, sem prejuízo dos recursos legais cabíveis. Se houver atraso de pagamento, o arrematante se obriga a pagar, se assim entender o leiloeiro, o preço da aquisição em Reais (R$) corrigido pelo índice que melhor expresse a variação do custo de vida na cidade do Rio de Janeiro, mais multa de 10% (dez por cento), taxa de guarda e juros de 1% (hum por cento) ao mês. O devedor responderá pelas despesas judiciais e extrajudiciais de cobrança.11. Caso o pagamento seja efetuado através de cheque, o organizador reserva-se o direito de liberar a mercadoria somente após a compensação do mesmo.12. As obras poderão vir a ser adquiridas através de financiamento, obtido pelo próprio adquirente junto a instituições financeiras, nas condições usuais do mercado e desde que satisfaça as exigências e garantias determinadas péla entidade financeira. Os Organizadores desde logo declaram que não se comprometem a obter financiamento, e nem poderá a venda ser dada como desfeita em função de não obtenção do crédito pelo adjudicante. Recomenda-se àqueles que desejarem adquirir mediante financiamento que se habilitem junto às instituições financeiras com grande antecedência, preenchendo as respectivas fichas cadastrais.13.Os organizadores e/ou leiloeiro NÃO SE RESPONSABILIZAM POR REMESSA DE OBJETOS ADQUIRIDOS, CABENDO ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE AOS COMPRADORES PROVIDÊNCIAS NESTE SENTIDO. Eventualmente, única e exclusivamente a título de cortesia, os organizadores poderão prestar auxílio neste sentido. 14. Atenção para lei No. 4.845, de 19 de novembro de 1965 que proíbe a saída, para o exterior, de obras de arte e ofícios produzidos no País, até o fim do período monárquico, devidamente transcrita após o término destas condições de vendas do leilão e que delas faz parte. 15. O arrematante declara conhecer e se obriga a respeitar as condições deste leilão, as quais expressamente adere por ocasião de cada adjudicação. 16. Qualquer litígio referente ao presente leilão estará subordinado exclusivamente à legislação brasileira e à jurisdição dos tribunais da cidade do Rio de Janeiro, qualquer que seja o domicílio das partes. Casos omissos regem-se péla legislação pertinente, em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de dezembro de 1932, Capítulo III, Arts. 19-43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427, de 1 de fevereiro de1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    O pagamento deverá ser feito em até 72 horas após o pregão e o comprovante deve ser enviado aos organizadores do leilão para liberação das mercadorias.

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